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	<title>compressores &#8211; Rompmaq</title>
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		<title>Tecnologia em concreto promete revolucionar a indústria da construção</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 10:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: Assessoria de Imprensa http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/nova-tecnologia-em-concreto-promete-revolucionar-a-industria-da-construcao-civil Durante o Concrete Show Xperience, evento virtual que envolve toda a cadeia produtiva do cimento, do concreto e da indústria da construção, uma das palestras realizadas abordou sobre nova tecnologia em concreto que promete revolucionar a indústria da construção civil: o concreto têxtil. Trata-se de uma inovação, desenvolvida na Alemanha [&#8230;]]]></description>
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<p> <strong>Fonte: Assessoria de Imprensa</strong> </p>



<p><a href="http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/nova-tecnologia-em-concreto-promete-revolucionar-a-industria-da-construcao-civil">http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/nova-tecnologia-em-concreto-promete-revolucionar-a-industria-da-construcao-civil</a></p>



<p>Durante o Concrete Show Xperience, evento virtual que envolve toda a cadeia produtiva do cimento, do concreto e da indústria da construção, uma das palestras realizadas abordou sobre nova tecnologia em concreto que promete revolucionar a indústria da construção civil: o concreto têxtil.</p>



<p>Trata-se de uma inovação, desenvolvida na Alemanha e composta por polímeros, fibras de carbono, vidro e resinas epóxi, capaz de substituir as tradicionais armaduras de aço que há quase 200 anos são utilizadas para compor as estruturas de concreto armado do setor.</p>



<p>&#8220;O concreto têxtil é uma nova tecnologia que chamamos de concreto especial, que conta com uma condição de desempenho melhorada, capaz de estruturar o concreto em si de forma mais eficaz e de dar mais capacidade a ele, evitando assim os habituais problemas encontrados em estruturas metálicas, como a corrosão, já que é um material que não oxida&#8221;, diz o diretor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luiz Carlos da Silva.</p>



<p>SIlva explica ainda que outra vantagem do material é permitir a construção de estruturas mais resistentes sem preocupações, já que este é um composto que apresenta mais durabilidade do que as armaduras metálicas convencionais.</p>



<p>&#8220;Ele se torna uma opção mais atraente, competitiva e viável em estruturas que apresentem, por exemplo, concretos mais massivos ou protegidos por estruturas metálicas, como fachadas, dutos, pontes ou túneis, pela alta durabilidade que oferece. Outro benefício deste material é que ele permite a construção de estruturas com formatos diferentes: mais esbeltas, com menos peso e até mais curvilíneas&#8221;, acrescenta.</p>



<p>No Brasil, o produto ainda está em fase de testes, de maturação e de inserção no mercado nacional, mas Silva adianta que há um futuro muito promissor para ele no país.</p>



<p>&#8220;Somos os primeiros desenvolvedores dessa tecnologia em solo brasileiro, mas já estamos conversando com algumas empresas que demonstraram interesse nesta inovação, negociando até produções em grande escala do material. Em breve, teremos alguns segmentos da construção civil em que essa tecnologia estará sendo bastante utilizada. Em paralelo a isso, seguimos desenvolvendo diversos estudos para fazer com que essa solução tenha ainda mais melhorias e altos desempenhos&#8221;. conclui.</p>



<p></p>
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		<title>Tecnologia em concreto promete revolucionar a indústria da construção</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 16:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: Assessoria de Imprensa Durante o Concrete Show Xperience, evento virtual que envolve toda a cadeia produtiva do cimento, do concreto e da indústria da construção, uma das palestras realizadas abordou sobre nova tecnologia em concreto que promete revolucionar a indústria da construção civil: o concreto têxtil. Trata-se de uma inovação, desenvolvida na Alemanha e [&#8230;]]]></description>
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<p> <strong>Fonte: Assessoria de Imprensa</strong> </p>



<p>Durante o Concrete Show Xperience, evento virtual que envolve toda a cadeia produtiva do cimento, do concreto e da indústria da construção, uma das palestras realizadas abordou sobre nova tecnologia em concreto que promete revolucionar a indústria da construção civil: o concreto têxtil.</p>



<p>Trata-se de uma inovação, desenvolvida na Alemanha e composta por polímeros, fibras de carbono, vidro e resinas epóxi, capaz de substituir as tradicionais armaduras de aço que há quase 200 anos são utilizadas para compor as estruturas de concreto armado do setor.</p>



<p>&#8220;O concreto têxtil é uma nova tecnologia que chamamos de concreto especial, que conta com uma condição de desempenho melhorada, capaz de estruturar o concreto em si de forma mais eficaz e de dar mais capacidade a ele, evitando assim os habituais problemas encontrados em estruturas metálicas, como a corrosão, já que é um material que não oxida&#8221;, diz o diretor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luiz Carlos da Silva.</p>



<p>SIlva explica ainda que outra vantagem do material é permitir a construção de estruturas mais resistentes sem preocupações, já que este é um composto que apresenta mais durabilidade do que as armaduras metálicas convencionais.</p>



<p>&#8220;Ele se torna uma opção mais atraente, competitiva e viável em estruturas que apresentem, por exemplo, concretos mais massivos ou protegidos por estruturas metálicas, como fachadas, dutos, pontes ou túneis, pela alta durabilidade que oferece. Outro benefício deste material é que ele permite a construção de estruturas com formatos diferentes: mais esbeltas, com menos peso e até mais curvilíneas&#8221;, acrescenta.</p>



<p>No Brasil, o produto ainda está em fase de testes, de maturação e de inserção no mercado nacional, mas Silva adianta que há um futuro muito promissor para ele no país.</p>



<p>&#8220;Somos os primeiros desenvolvedores dessa tecnologia em solo brasileiro, mas já estamos conversando com algumas empresas que demonstraram interesse nesta inovação, negociando até produções em grande escala do material. Em breve, teremos alguns segmentos da construção civil em que essa tecnologia estará sendo bastante utilizada. Em paralelo a isso, seguimos desenvolvendo diversos estudos para fazer com que essa solução tenha ainda mais melhorias e altos desempenhos&#8221;. conclui.</p>



<p>leia mais em : http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/nova-tecnologia-em-concreto-promete-revolucionar-a-industria-da-construcao-civil</p>



<p></p>
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		<title>Estados apostam em PPPs para retomada</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 19:13:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: O Estado de S.Paulo Em meio à pandemia e à grave situação fiscal de muitos Estados, governadores apostam nas Parcerias Público-Privadas (PPPs), concessões e privatizações para retomar o nível da atividade econômica em 2021. A carteira de projetos ofertados vai de rodovias, aeroportos e serviços de saneamento até concessões florestais, parques nacionais e ginásio [&#8230;]]]></description>
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<p> Fonte: O Estado de S.Paulo<br></p>



<p>Em meio à pandemia e à grave situação fiscal de muitos Estados, governadores apostam nas Parcerias Público-Privadas (PPPs), concessões e privatizações para retomar o nível da atividade econômica em 2021.</p>



<p>A carteira de projetos ofertados vai de rodovias, aeroportos e serviços de saneamento até concessões florestais, parques nacionais e ginásio de esportes.</p>



<p>Durante a conferência Infraestrutura, PPPs e Concessões, realizada pelo Estadão e Hiria, na semana passada, em São Paulo, líderes e representantes de 11 Estados brasileiros destacaram os principais projetos em andamento e falaram sobre a importância da participação da iniciativa privada, sobretudo, em projetos de infraestrutura.</p>



<p>“A privatização continua sendo a pauta do meu governo. Não tem outra solução”, diz o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Segundo ele, apesar da resistência por parte da população (55% são contra a privatização de empresas), sem novos aportes de investidores não há como colocar de pé os investimentos necessários para o crescimento.</p>



<p>Ele cita como exemplo Cemig, Copasa e Gasmig, que não têm recursos suficientes para investir na expansão dos serviços. Além das privatizações, Zema afirma que há seis lotes de rodovias para serem concedidos, cujos editais devem sair em breve. “A pandemia atrasou o cronograma em sete ou oito meses por causa das medições (de tráfego)”, explica ele.</p>



<p>Em São Paulo, o vice-governador, Rodrigo Garcia, afirmou que, apesar da Covid-19, os trabalhos continuaram e o Estado deve lançar ainda este ano seis editais de licitação no mercado.</p>



<p>“Temos tradição com PPP, experiência e uma carteira robusta de projetos”, disse ele, destacando a licitação das linhas 8 e 9 da CPTM e do Caminhos do Mar – área dentro do Parque Estadual Serra do Mar com vasto patrimônio ambiental.</p>



<p>No Espírito Santo, o governador Renato Casagrande, que acaba de transferir para a Aegea os serviços de esgotamento sanitário de Cariacica, diz que o Estado também estuda alguma participação privada na companhia de saneamento, mas que ainda não definiu o modelo.</p>



<p>Ele também confirmou que vai vender a distribuidora de gás e que tem outras parcerias com a iniciativa privada para construção de usinas fotovoltaicas e para gestão de centro de eventos.</p>



<p><strong>Vocação</strong><br>Na Região Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina também têm planos para novas parcerias com investidores privados.</p>



<p>O governador do Paraná, Ratinho Junior, afirmou que a sua gestão iniciou um processo de privatizações e concessões dentro do que ele chama de “vocação” para o Estado se tornar uma central logística de toda a América do Sul.</p>



<p>Ele argumentou que, geograficamente, o Paraná estaria no centro da produção de 70% do Produto Interno Bruto do continente. Faz, ainda, a ligação no Brasil da Região Sul com o Sudeste e o Centro-Oeste.</p>



<p>Ele lembrou ainda que dia 9 de novembro fará o leilão de privatização da Copel Telecom, estatal paranaense de telecomunicações. Na lista do governador, há ainda a concessão de 4 mil km em rodovias no Paraná, que devem ser leiloados entre junho e agosto de 2021, em uma combinação de estradas federais e estaduais para a qual ele prevê investimentos de R$ 70 bilhões em 30 anos.</p>



<p>“Já sabemos que, diante das dificuldades, as PPPs e as privatizações são importante solução de caixa e de viabilidade de investimentos”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.</p>



<p>Ele expicou que, além da venda da empresa de energia e de gás, deve promover leilão de rodovias e de quatro lotes da Corsan, empresa de saneamento do Estado. “As parcerias agilizam os investimentos e trazem para o curto prazo o que o Estado demoraria anos para fazer.”</p>



<p>No Norte e Nordeste, o caminho rumo à retomada deve seguir a mesma fórmula. O governador da Paraíba, João Azevedo Lins Filho, diz que tem 20 projetos de PPPs em carteira e o de Pernambuco, Paulo Câmara, R$ 10 bilhões em projetos em andamento e em estudo.</p>



<p>No Pará, o governador Helder Barbalho afirmou que uma das apostas é a concessão da Ferrovia do Pará, entre Vila do Conde e Marabá. “Estamos com o projeto, temos um protocolo com uma empresa chinesa e vamos iniciar o processo de licenciamento este ano.”</p>



<p></p>



<p></p>



<p>No Amazonas, uma das apostas são as concessões florestais, para exploração produtiva da floresta de forma sustentável, e também os parques estaduais. “Mas temos na carteira projetos de aeródromos, rodoviárias, rodovias, pronto atendimento (para documentos), concessão de água, esgoto e luz”, diz o governador, Wilson Lima</p>



<p>Leia mais em: http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/estados-apostam-em-ppps-para-retomada</p>
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		<title>Varejo da construção fecha trimestre com aumento de 30%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciane]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 19:45:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: Assessoria de Imprensa No início da pandemia, o setor da construção civil como todos os demais setores sofreu um forte impacto no volume de vendas. Porém, o varejo da construção civil demonstrou forte resiliência e adaptação às novas demandas durante a pandemia. Ao longo dos últimos cinco anos, o setor aprendeu a conviver com [&#8230;]]]></description>
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<p> <strong>Fonte: Assessoria de Imprensa</strong> </p>



<p>No início da pandemia, o setor da construção civil como todos os demais setores sofreu um forte impacto no volume de vendas.</p>



<p>Porém, o varejo da construção civil demonstrou forte resiliência e adaptação às novas demandas durante a pandemia.</p>



<p>Ao longo dos últimos cinco anos, o setor aprendeu a conviver com o decréscimo do PIB e a constante crise no segmento tornando-o preparado e criativo para enfrentar novas dificuldades.</p>



<p>O indicador Juntos Somos Mais, que apura as vendas de indústrias para o varejo da construção, indicou que no terceiro trimestre de 2020, o setor teve uma performance aproximadamente 30% melhor do que no período pré-Covid. A parcial de outubro indica continuidade no comparativo, com crescimento também de 30%.</p>



<p>Com um ecossistema que reúne mais de 80 mil varejistas, 500 mil profissionais da construção civil em todo Brasil e mais de 20 empresas de serviços e indústrias ligadas à construção civil, a Juntos Somos Mais vem acompanhando o desempenho do setor ao longo dos meses.</p>



<p>No início da pandemia, em abril, a expectativa em relação ao desempenho de vendas para 2020 era muito ruim.</p>



<p>Pesquisa realizada no dia 17 daquele mês com representantes das indústrias indicou que apenas 11% dos respondentes acreditavam que o ano de 2020 teria um faturamento superior ao ano de 2019, outros 11% que 2020 seria similar à 2019, enquanto 22% que a queda seria de até 10% e 56% entendiam que a queda seria entre 10% e 30%.</p>



<p>A pesquisa mais recente, realizada em outubro de 2020, aponta que 89% acreditam que este ano será de crescimento no faturamento versus o ano anterior e 11% que o faturamento de 2020 será similar ao ano anterior.</p>



<p>A alta na demanda e a mudança de perspectivas implicaram em desafios de produção para a indústria.</p>



<p>Em outubro de 2020, 66% das indústrias indicaram ter aumentado a produção, com 44% operando no limite produtivo.</p>



<p>Além de restrições de capacidade produtiva, também há dificuldades em se conseguir matérias primas como embalagens, cobre e outras.</p>



<p>As lojas de material de construção têm então indicado falta de produtos e o preço tem subido como atesta o Custo Unitário Básico de Construção (CUB) Médio Brasil, indicador de custos da construção, que registrou em agosto de 2020 um aumento de 1,24% em relação a julho do mesmo ano, configurando o maior aumento percentual de um mês em relação ao anterior desde junho de 2016.</p>



<p>Há vários fatores contribuindo para o desempenho do setor. O primeiro deles está ligado a uma mudança de comportamento do consumidor que, estando mais tempo em casa, tem valorizado mais a sua casa e classificado “pequenas reformas” como um “item importante, não supérfluo”.</p>



<p>A taxa de juros nos menores patamares da história conjugada com um déficit habitacional que cresceu de 2012 a 2017 (último dado disponível) também têm motivado a demanda por obras e reformas.</p>



<p>Entretanto, a partir de análise de dados internos e também indicadores como a Pesquisa Mensal de Comércio e a Pesquisa Mensal Industrial do IBGE, dados do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), ABECIP (Entidades de Crédito Imobiliário) e Abrainc (Incorporadoras Imobiliárias), a área de Inteligência da Juntos Somos Mais concluiu que o auxílio emergencial foi responsável por 75% do crescimento.<br>“O setor deve continuar se beneficiando do aporte gerado pelo auxílio emergencial. Estimamos que por volta de 17,3% do faturamento do setor entre maio e agosto de 2020 tenha vindo desta fonte”, comenta Ivan Ormenesse, responsável pela área na Juntos Somos Mais.</p>



<p>Consequentemente, o fim do auxílio emergencial traz incertezas sobre cenários de crescimento no próximo ano.</p>



<p>Ainda assim, 89% das indústrias pesquisadas esperam aumento de faturamento em 2021, sendo que 33% esperam crescimento acima de 10%. A falta de material, entretanto, não deve se repetir na mesma escala atual, já que a expectativa das indústrias pesquisadas é que 78% conseguirão atender a demanda.</p>



<p>“A construção civil é uma indústria que depende das expectativas futuras para projetar seu crescimento. Nos últimos anos o setor sofreu com queda de PIB e aos poucos aprendeu a viver na crise”, explica Antonio Serrano, CEO da Juntos Somos Mais, que ainda destaca:</p>



<p>“O desempenho nos últimos meses foi surpreendente, porém o ano foi atípico e devemos estar preparados para diversos cenários em 2021. O pequeno varejista da construção fez rapidamente sua lição de casa, se adaptando a vendas remotas, mas precisa avançar de forma mais estruturante em gestão e digitalização do seu comércio”.</p>



<p>Fonte: http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/varejo-da-construcao-fecha-trimestre-com-aumento-de-30</p>



<p></p>
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		<title>Evolução do número de empregados na construção civil é a maior em oito anos, diz CNI</title>
		<link>http://www.rompmaq.com.br/evolucao-do-numero-de-empregados-na-construcao-civil-e-a-maior-em-oito-anos-diz-cni/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=evolucao-do-numero-de-empregados-na-construcao-civil-e-a-maior-em-oito-anos-diz-cni</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 10:24:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os dados têm como base pesquisa feita com 461 empresas do setor entre 1º a 14 de outubro. Valores acima de 50 indicam aumento do emprego frente ao mês anterior, e resultados abaixo de 50 pontos indicam queda na mesma comparação. De acordo com a CNI, essa foi a quarta alta consecutiva do índice de [&#8230;]]]></description>
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<p>Os dados têm como base pesquisa feita com 461 empresas do setor entre 1º a 14 de outubro. Valores acima de 50 indicam aumento do emprego frente ao mês anterior, e resultados abaixo de 50 pontos indicam queda na mesma comparação.</p>



<p>De acordo com a CNI, essa foi a quarta alta consecutiva do índice de empregados, que se afastou ainda mais da sua média histórica de 43,9 pontos. Com isso, o indicador atingiu o maior patamar desde abril de 2012 (51 pontos), ou seja, em pouco mais de oito anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Se olharmos a série histórica, vamos ver que faz muito tempo que o índice de evolução do emprego não cruza a linha divisória de cinquenta pontos como ocorreu no mês de setembro. Só não podemos esquecer que as altas registradas foram precedidas por fortes quedas observadas em março e abril, que haviam levado o emprego a um patamar muito baixo&#8221;, avaliou o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.</p></blockquote>



<p>O índice de evolução do nível de atividade da construção civil somou 51,2 pontos em setembro, com queda de 0,2 ponto em relação ao patamar agosto.</p>



<p>Como segue acima da marca dos 50 pontos, a CNI afirma que isso indica &#8220;aumento do nível de atividade da indústria da construção&#8221; na comparação com o mês anterior.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o nível de utilização da capacidade operacional, ou seja, da capacidade de produção do setor, cresceu em setembro pelo quinto mês consecutivo, com alta de dois pontos percentuais, para 62%.</p>



<p>&#8220;O percentual é idêntico ao registrado em setembro de 2019, e supera os percentuais registrados entre os anos de 2015 a 2018&#8221;, informou a CNI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Otimismo e custo de matérias-primas</h2>



<p>Segundo o levantamento, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-Construção) se manteve estável entre setembro e outubro, em 56,7 pontos.</p>



<p>&#8220;A estabilidade ocorre após cinco altas seguidas, se dá em patamar elevado e aponta para um sentimento de confiança otimista e disseminado entre os empresários da indústria da construção&#8221;, avaliou a CNI.</p>



<p>A organização acrescentou que as cinco altas consecutivas levaram o índice a recuperar a maior parte da queda da confiança acumulada em março e abril.</p>



<p>Entre os índices de expectativa, o único que não apresentou queda foi o de expectativas de números de empregados.</p>



<p>Apesar disso, a CNI informou que &#8220;todos os índices permanecem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que os empresários da indústria da construção mantêm o sentimento de otimismo&#8221;.</p>



<p>A organização informou também que, em primeiro lugar no ranking de principais problemas enfrentados pela indústria da construção no terceiro trimestre, está a falta ou alto custo da matéria-prima, indicado por 39,2% dos empresários.</p>



<p>Fonte:  <strong>Por G1 </strong>— Brasília </p>



<p><a href="https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2020/10/28/evolucao-do-emprego-na-construcao-civil-e-a-maior-em-oito-anos-aponta-pesquisa-da-cni.ghtml">https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2020/10/28/evolucao-do-emprego-na-construcao-civil-e-a-maior-em-oito-anos-aponta-pesquisa-da-cni.ghtml</a></p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Confiança da construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciane]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 19:55:15 +0000</pubDate>
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<p>Publicado em 27/10/2020 &#8211; 09:15 Por Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Rio de Janeiro</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1391593&amp;o=node" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1391593&amp;o=node" alt=""/></figure>



<p>O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta 3,7 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, a confiança do empresário da construção brasileira atingiu 95,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde março de 2014 (96,3 pontos).</p>



<p>O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, cresceu 5,1 pontos e chegou a 91,5 pontos, o maior valor desde setembro de 2014 (92,3 pontos). O indicador de carteira de contratos foi o que mais contribuiu para o resultado.</p>



<p>O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 2,3 pontos e atingiu para 99,1 pontos, valor muito próximo ao de fevereiro, período pré-pandemia (99 pontos). Os indicadores de demanda prevista e tendência dos negócios tiveram avanços semelhantes.</p>



<p>“O ambiente de negócios para as empresas do setor é mais favorável que o registrado antes do início do isolamento social determinado pela pandemia. Enquanto o mercado imobiliário está sendo impulsionado pelas taxas de juros em níveis historicamente baixos, a infraestrutura se beneficia dos investimentos das prefeituras e das recentes mudanças regulatórias”, disse a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo.</p>



<p>O Nível de Utilização da Capacidade aumentou 2,4 pontos percentuais, para 74,5%.</p>



<p>Edição: Valéria Aguiar</p>



<p></p>
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		<title>O tamanho da aposta desse grupo espanhol no mercado imobiliário no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciane]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 19:17:24 +0000</pubDate>
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<p>Fonte:  Por <a href="https://exame.com/autor/karin-salomao">Karin Salomão</a>Publicado em: 23/10/2020 às 06h00Alterado em: 22/10/2020 às 20h10 </p>



<p> O mercado imobiliário está agitado no Brasil. Dominado por empresas nacionais em busca de capitalização, o mercado vive um período de recuperação acelerada depois da pandemia. No meio da  movimentação das construtoras e incorporadoras nacionais, uma empresa estrangeira fortaleceu sua posição no Brasil, tem um banco de terrenos de 1,5 bilhão de reais em possíveis vendas e espera lançar sete empreendimentos este ano e no próximo. </p>



<p>O Grupo Lar, empresa familiar espanhola de 50 anos, está há 10 anos no Brasil. No entanto, em grande parte de sua primeira década no país, a&nbsp;<strong><a href="https://exame.com/noticias-sobre/construtoras/">incorporadora</a></strong>&nbsp;esteve focada no interior de São Paulo, em Jundiaí e em Campinas. Nessa década, lançou quatro empreendimentos, com 2.000 unidades vendidas. No entanto, o grupo passou alguns anos um pouco apagado por aqui. Assim como outras empresas do setor, sofreu um grande impacto com a crise de 2014 a 2018. Na ocasião, a operação foi ajustada e a empresa decidiu não realizar novos investimentos.<strong><a href="https://academy.exame.com/curso-patrimonio-e-renda-com-fundos-imobiliarios?redacao">&nbsp;É hora de mudar de casa? Alugar ou comprar, e como? A EXAME Academy ajuda você.</a></strong></p>



<p>No ano passado, a situação mudou. Guilherme Carlini, até então diretor da Gafisa, chegou à companhia como novo diretor geral para o Brasil e quase toda a equipe foi trocada. O foco também mudou, do interior do estado para a capital paulista. O primeiro empreendimento na cidade de São Paulo será lançado neste final de semana. “A estratégia é quase completamente diferente e chegamos a São Paulo, um mercado competitivo e com as melhores práticas”, diz o executivo.</p>



<p>Com um escritório de 30 funcionários, a incorporadora compra os terrenos e usa mão de obra e construtoras terceirizadas para erguer o prédio. Atualmente, a companhia tem um valor geral de vendas de 1,5 bilhão de reais previstos em terrenos.&nbsp;</p>



<p>Com uma receita prevista em 200 milhões de reais este ano, a incorporadora espera chegar de 600 a 800 milhões de reais no curto prazo. A previsão era lançar cerca de seis projetos este ano, plano que foi adiado por conta da pandemia. Os lançamentos devem chegar a dois este ano e mais cinco no ano que vem.&nbsp;</p>



<p>Na Espanha, país natal do grupo, o foco é em ativos imobiliários no setor de logística e shopping center. Cerca de 50% de seu faturamento está na Europa e 50% na América Latina. Com as mudanças, o Brasil passou a ser o segundo país mais relevante para o grupo depois da Espanha.&nbsp;</p>



<p>A presença de uma empresa estrangeira no mercado imobiliário brasileiro não é comum. Para Carlini, parte do motivo é pela insegurança de apostar em investimentos em longo prazo em um mercado volátil. “É um ciclo longo de investimentos entre comprar o terreno e vender o imóvel e o mercado ainda está longe de uma segurança jurídica que seja atraente para o mercado estrangeiro”, afirma ele.&nbsp;</p>



<p>Já para o Grupo Lar, é uma oportunidade de ter mais retorno sobre os investimentos, já que a operação do grupo na Europa está menos focada no desenvolvimento de novos empreendimentos e mais na renda do aluguel e uso de seus imóveis.&nbsp;</p>
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		<title>Mercado de capitais traz perspectivas positivas para o setor imobiliário em 2021</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 18:43:38 +0000</pubDate>
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<p>A tendência para os próximos meses é de melhora e retomada da economia para o setor imobiliário e construção civil, principalmente pela taxa de juros, que se mantém 2% ao ano, segundo última reunião do Copom. Somado a isso pode-se incluir o controle inflacionário, o crescimento do PIB e o equilíbrio das contas públicas.</p>



<p>É o que analisa Vladimir Alves da Silva, diretor financeiro da Tarjab, incorporadora e construtora com mais de 36 anos de atuação. O executivo ressalta a relevância do fator juros na busca por ativos que remunerem melhor o investimento atualmente. “No mercado de fundos imobiliários, existem algumas oportunidades sendo negociadas com deságio em relação ao seu valor patrimonial e que também trará oportunidade de uma maior valorização conforme a crise for se dissipando”, explica o diretor.</p>



<p>Nesse sentido, o executivo destaca a rápida recuperação do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliário (IFIX), instituído pela B3. “No início da pandemia, em meados de março, este indicador caiu aproximadamente 33% em relação ao início do ano. Atualmente essa queda se traduz em 13%, mostrando uma recuperação rápida do indicador”, comenta.</p>



<p>&#8220;Com a taxa de juros permanecendo em patamares baixos e a recuperação econômica demonstrando uma retomada, ainda que de forma gradual, o volume de investidores dispostos a buscar resultados mais atraentes, mesmo que aceitando uma maior exposição ao risco, será uma condição natural em busca de retornos que superem o benchmark representado pela taxa Selic”, ressalta Silva.</p>



<p>De olho nesse mercado, a Tarjab vem participando em algumas operações, especificamente em Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs), ativo que é lastreado por uma carteira de recebíveis ou de terrenos que fazem parte do landbank da empresa.</p>



<p>“Essa dinâmica tem sido uma grande oportunidade para empresas que antes somente obtinham funding no mercado bancário e, atualmente, podem ter o apoio do mercado de capitais, fomentando ativos para a indústria que abastece os fundos com retorno mais atrativos para investidores que estão em busca de diversificação dos seus portfólios”, observa o executivo.</p>



<p>Há exatos 12 meses a empresa vem utilizando a estrutura de CRI, com emissões para três fundos de investimentos, com objetivo de prover funding de acordo com as necessidades de capital e de equacionar o fluxo de caixa para as mais variadas finalidades.</p>



<p></p>



<p>fonte :  <strong>Fonte: Assessoria de Imprensa</strong> </p>



<p>Leia mais : http://www.grandesconstrucoes.com.br/Noticias/Exibir/mercado-de-capitais-traz-perspectivas-positivas-para-o-setor-imobiliario-em-2021</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Setor imobiliário tem melhor resultado em 6 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 17:05:47 +0000</pubDate>
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<p> <strong>Fonte: Folha de S. Paulo</strong> </p>



<p>Balanço da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) mostra que o total de unidades vendidas nesse segmento, em julho, foi 34,8% maior do que no mesmo mês em 2019. Quando se considera somente o resultado líquido, sem os distratos, o aumento foi de 43,2%.</p>



<p>“Começamos a verificar que as pessoas que estão no médio e alto padrão começaram a realmente sair para buscar imóveis, procurar oportunidades”, diz Luiz Antonio França, presidente da Abrainc.</p>



<p>O setor já vinha registrando números positivos desde maio, mas a melhora nas vendas era puxada principalmente pelo segmento econômico, que inclui empreendimentos das faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida, e que é considerado mais resiliente às crises.</p>



<p>Agora, porém, a reação pode ter chegado aos imóveis mais caros e também aos lançamentos. Somados todos os segmentos, 13.023 imóveis foram vendidos em julho, resultado que superou em 58% o total comercializado no mesmo mês do ano passado. As vendas líquidas ficaram em 10.103 unidades, uma alta de 56,2%.</p>



<p>O recorde anterior, segundo a Abrainc, tinha ocorrido com a marca de 14.116 imóveis comercializados em maio de 2014, quando, após os distratos, o mercado concluiu a vendas de 9.043 unidades.</p>



<p>Outros fatores, como a demanda parada nos primeiros meses de pandemia e os juros baixos têm colaborado para a melhora nos resultados, bem como as necessidades despertadas pelo confinamento. “Você tem demanda reprimida, juros baixos e a expectativa que cada pessoa criou, depois de passar tanto tempo na própria casa, em buscar uma moradia diferente”, diz França.</p>



<p>O custo menor dos financiamentos facilita o acesso ao crédito, ampliando o número de pessoas e famílias que conseguem o dinheiro para a compra da casa própria. Ao mesmo tempo, reduz os ganhos dos investimentos tradicionais, obrigando os poupadores a diversificar ainda mais suas carteiras.</p>



<p>Para o presidente da Abrainc, há dois tipos de investidores buscando imóveis, os que veem nesses empreendimentos ativos seguros e os que querem rentabilizar aluguéis.</p>



<p>O bom resultado de vendas animou os incorporadores, que voltaram a fazer lançamentos. Em julho, as 4.561 unidades lançadas foram 38,2% superiores às colocadas no mercado no mesmo período do ano passado. Na mesma comparação, a incorporação, em junho, ainda estava menor em 2020.</p>



<p>Coordenadora de Projetos da Construção do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), Ana Maria Castelo diz que o desempenho da indústria da construção e do mercado imobiliário foi surpreendente, uma vez que os efeitos econômicos da crise do coronavírus ainda persistem.</p>



<p>A pesquisadora questiona, porém, se a redução dos juros será suficiente para segurar o fôlego do setor, uma vez que o crescimento do país ainda patina. “A grande questão é saber qual é a sustentação disse se não tiver uma economia com vigor”, afirma. “O movimento de retomada está claro, mas não a manutenção dele.”</p>
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		<title>Mercado de betoneiras cresce em meio à pandemia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 19:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: https://www.construcaolatinoamericana.com/noticias/mercado-de-betoneiras-cresce-em-meio-a-pandemia/145966.article O setor de concreto está ativo no Brasil, apesar da pandemia que segue afetando negativamente o cenário econômico. Um sinal muito positivo para o setor concreteiro é o crescimento na compra de caminhões betoneira neste ano, em função, principalmente, da construção imobiliária. Entre janeiro e agosto, um total de 492 implementos de betoneira [&#8230;]]]></description>
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<p>Fonte:  </p>



<p>https://www.construcaolatinoamericana.com/noticias/mercado-de-betoneiras-cresce-em-meio-a-pandemia/145966.article</p>



<p>O setor de concreto está ativo no Brasil, apesar da pandemia que segue afetando negativamente o cenário econômico. Um sinal muito positivo para o setor concreteiro é o crescimento na compra de caminhões betoneira neste ano, em função, principalmente, da construção imobiliária.</p>



<p>Entre janeiro e agosto, um total de 492 implementos de betoneira foram emplacados no país. O número foi divulgado pela Anfir, entidade que congrega as empesas fabricantes de implementos rodoviários, onde se enquadram as betoneiras no país.</p>



<p>No período, o crescimento foi de 70,8% em relação ao mesmo período de 2019. O que explica o fenômeno é o fato de que a construção imobiliária em muitas cidades não chegou a paralisar totalmente as atividades, em função da resposta fragmentada que o Brasil deu à pandemia.</p>



<p>Além disso, hoje em dia o Brasil tem sua menor taxa de juros em toda a história recente. Isto vem fazendo com que investidores saquem seus capitais de atividades especulativas e os coloquem em atividades produtivas. A construção de imóveis residenciais e comerciais tem sido um destes destinos.</p>
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