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	<title>martelo pneumatico 11 kg &#8211; Rompmaq</title>
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		<title>CUB aponta elevação de 0,25% em março</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 10:52:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dos índices mais relevantes para o setor da construção, o&nbsp;<strong>Custo Unitário Básico (CUB)&nbsp;</strong>registrou&nbsp;<strong>alta de 0,25%&nbsp;</strong>em março. Os dados são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>



<p>Com o resultado, o indicador, que estabelece o custo básico para a construção civil e reflete a variação desses valores no setor, acumula alta de 0,78% no ano e variação de 10,5% em 12 meses. Além disso, o CUB assegura um critério de comparação universal e é comumente utilizado na elaboração de orçamentos e no mercado de incorporação mobiliária como um todo.</p>



<p>A atualização mensal do índice ainda apresenta especificidades acerca dos&nbsp;<strong>custos administrativos&nbsp;</strong>— também conhecidos como valor do salário dos engenheiros, que registrou variação nula em março e de 5,12% nos últimos 12 meses —, dos custos com a&nbsp;<strong>mão de obra&nbsp;</strong>— com variação nula em março e de 6,30% em 12 meses — e dos custos com&nbsp;<strong>materiais&nbsp;</strong>— que tiveram variação de 0,58% no mês, de 1,82% no ano e 16,63% em 12 meses.</p>



<p>O CUB representativo da construção paulista (R8-N) sem desoneração ficou em R$ 1.767,46 por metro quadrado em março. Com desoneração, ou seja, com alíquotas diferenciadas na folha de pagamentos de uma empresa, esse valor é de R$ 1.654,35.</p>



<p>A variação do CUB nessa modalidade (com desoneração) foi de 0,27% em março, em comparação com o mês anterior. Em 12 meses, a variação foi de 10,77%. No ano, foi de 0,83%. Nos custos médios, as variações permaneceram nulas em março para o administrativo (salário dos engenheiros) e para a mão de obra. Para os materiais, todavia, o aumento foi de 0,58%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>INSUMOS</strong></h3>



<p>No terceiro mês do ano, 18 materiais apresentaram variações superiores às do CUB. As mais representativas são:<br><br>&nbsp; &nbsp;• Porta lisa para pintura 3,5x70x210 cm (+4,86%);<br>&nbsp; &nbsp;• Areia média lavada (+4,27%);<br>&nbsp; &nbsp;• Brita 2 (+3,05%);<br>&nbsp; &nbsp;• Bacia sanitária branca com caixa acoplada 6 litros (+2,58%);<br>&nbsp; &nbsp;• Emulsão asfáltica com elastômero para imperm. (+2,49%); e<br>&nbsp; &nbsp;• Concreto FCK=25MPa (+2,43%)</p>



<p>Em março, as variações mais expressivas em 12 meses foram:<br><br>&nbsp; &nbsp;• Chapa compensado plastificado 18mm (+41,02%);<br>&nbsp; &nbsp;• Bloco de concreto 19x10x39 cm (+24,44%);<br>&nbsp; &nbsp;• Vidro liso transparente 4mm com massa (+21,65%);<br>&nbsp; &nbsp;• Emulsão asfáltica com elastômero para imperm. (+20,71%);<br>&nbsp; &nbsp;• Placa de gesso para forro sem colocação (+20,35%); e<br>&nbsp; &nbsp;• Telha ondulada fibrocimento 6mm (18,80%).</p>



<p>Fonte: AECweb</p>
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		<title>Construção civil registrou aumento de mulheres na área</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 18:52:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor da&nbsp;<strong>construção civil&nbsp;</strong>sempre foi conhecido pela baixa participação de mulheres. No entanto, aos poucos, este cenário vem mudando. Pelo menos é o que mostra o&nbsp;<strong>Painel da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)</strong>. De acordo com dados divulgados em 2020 pelo Ministério do Trabalho, a participação de mulheres com carteira assinada na área aumentou&nbsp;<strong>5,5%</strong>, em relação ao ano anterior. Além disso, o número de postos de trabalho ocupados por mulheres aumentou de&nbsp;<strong>205.033</strong>&nbsp;em 2019 para 216.330 em 2020.&nbsp;</p>



<p>Em&nbsp;<strong>fevereiro de 2022</strong>, o Sistema Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) /Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e Mútua também comemoraram o&nbsp;<strong>número de profissionais mulheres inscritas</strong>: 200 mil engenheiras, agrônomas, meteorologistas,&nbsp;geógrafas, geólogas,&nbsp;enfim, todas as mulheres representadas nas&nbsp;profissões que compõem o&nbsp;<strong>Sistema</strong>.</p>



<p>A&nbsp;<strong>engenheira&nbsp;</strong>e diretora de normas técnicas da&nbsp;<strong>ABECE</strong>&nbsp;(Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural), Suely Bueno, que atua na área de projetos, conta que há muito tempo tem havido um aumento de mulheres no seu setor. “Há reuniões que fazemos em determinados projetos, em que&nbsp;<strong>100% dos participantes são mulheres</strong>. Na área de projetos, não há a menor dúvida de que tenha ocorrido esse aumento expressivo. No escritório do qual sou sócia, que já tem 60 anos de história, hoje a maior parte da equipe é de mulheres.&nbsp; Já na parte de obras, da construção civil, vemos muitas mulheres na parte gerencial. Mas também é possível perceber um aumento de mulheres na prestação de serviços, colocando o gesso ou assentando alvenaria, por exemplo”, comenta.&nbsp;</p>



<p>Sobretudo, este aumento&nbsp;<strong>acompanha&nbsp;</strong>o interesse feminino pelos cursos de&nbsp;<strong>engenharia</strong>. “Elas perceberam que não existem barreiras para ser engenheiras. A partir do instante em que as mulheres foram entrando na faculdade e se formando, elas foram naturalmente sendo contratadas. Quando eu entrei na faculdade, em 1971, havia 600 vagas para todas as especialidades de&nbsp;<strong>engenharia</strong>. Na época, havia 24 meninas e o restante eram todos meninos. Obviamente, iriam contratar mais homens para o mercado de trabalho. Hoje, acredito que este número de&nbsp;<strong>mulheres&nbsp;</strong>seja bem maior. Então, é natural que haja mais contratadas”, aponta&nbsp;<strong>Suely</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na opinião de Suely, o fato de ser mulher nunca a impediu de fazer nada e nunca sentiu nenhum empecilho no mercado de tr<strong>abalho</strong>. “Nunca percebi uma situação em que uma mulher foi preterida. O único desafio pelo qual passei foi mais no início da carreira – não por ser do gênero feminino, mas por parecer muito jovem. Entretanto, aos poucos fui mostrando meu&nbsp;<strong>trabalho&nbsp;</strong>e minha capacidade, o que fez com que eu me destacasse e ganhasse espaço”, lembra Suely.</p>



<p><strong>Mulheres nas áreas de engenharia, tecnologia e exatas</strong></p>



<p>Para incentivar a&nbsp;<strong>participação feminina nas áreas de engenharia</strong>, tecnologia e exatas, as estudantes Mariah Eduarda Furman, do curso de&nbsp;<strong>Engenharia de Produção (Universidade Positivo)</strong>; Gabriele De Medeiros Scarante, do curso de Física (PUC-PR); e Isabela Semeniuk, do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia (Universidade Positivo); criaram o projeto “<strong>A Derivada Feminina</strong>”. Por meio das redes sociais, as alunas compartilham notícias e conteúdos relacionados à presença e ao interesse de&nbsp;<strong>mulheres&nbsp;</strong>por estes cursos. Além disso, as estudantes sempre procuram mostrar exemplos de figuras femininas que se destacaram nestes setores.</p>



<p>“Este&nbsp;<strong>projeto&nbsp;</strong>se iniciou quando eu passei no processo seletivo para ser monitora de&nbsp;<strong>Modelagem Matemática</strong>. Quando veio o resultado, a professora ficou feliz porque só meninas passaram no teste. Foi então que ela comentou conosco que seria legal ter um projeto que incentivasse as meninas a entrarem na área de exatas. Aos poucos, ele foi ganhando corpo e ficou mais abrangente, compreendendo não só os cursos de engenharia, mas a área de exatas como um todo”, explica&nbsp;<strong>Mariah Eduarda Furman</strong>, estudante de&nbsp;<strong>Engenharia da Produção da Universidade Positivo</strong>&nbsp;e dirigente do CREAJr-PR.</p>



<p><strong>Mariah</strong>&nbsp;acredita que, embora seja uma área predominantemente&nbsp;<strong>masculina</strong>, as mulheres têm se interessado cada vez mais. “Na minha turma de Engenharia de Produção, por exemplo, há 14 meninos e 5 meninas. Mas na sala do primeiro ano, por exemplo, já vejo&nbsp;<strong>mais meninas,</strong>&nbsp;o que me deixa bem feliz”, conclui.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="http://www.cimentoitambe.com.br/">www.cimentoitambe.com.br</a></p>
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